Palestras sobre Desenvolvimento de Jogos Digitais na Grande Florianópolis

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O Curso de Jogos Digitais da Fatenp // Unigranrio realiza evento da área de games aberto à comunidade na grande Florianópolis.

O “Game Start” é um evento de iniciativa privada que tem por objetivo fomentar o mercado criativo e a área de desenvolvimento de jogos digitais no estado de Santa Catarina com uma série de palestras da área, como: 3D para jogos, Game Design, Monetização e outras.

Para quem já atua, quer atuar ou apenas tem curiosidade sobre este mercado que movimenta bilhões, é uma excelente oportunidade para conhecer melhor o ramo profissional, além do network.Cotada como “A” profissão do futuro, o desenvolvimento de jogos vem ganhando espaço também no território nacional, criando um novo e abrangente nicho de mercado, onde ilustradores, programadores, roteiristas, sound designers, animadores, diretores de arte etc, se unem para produzir um universo (jogo).

Não a toa que o mercado de games já superou o do cinema. As possibilidades imersivas de um, superam em muito as dificuldades de proporcionar experiências do outro. Ou seja, o desenvolvimento de jogos veio pra ficar e se expandir, os indicadores apontam inclusive que ele “engolirá” a publicidade e modificará o modo de se fazer propaganda.

Então amiguinho, corre lá entre os dias 13 e 17 de Fevereiro expiar o que vem por aí com essa invasão dos games no mercado de trabalho.

Nós do Tutorama estaremos presentes no evento, realizando a palestra “3D para Jogos com Blender” ministrada pelo nosso parceiro Daniel Meurer, não perca!

Maiores informações na página do evento: Game Start

Curta Animado: Planet Unknown

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Após os recursos do planeta Terra terem se esgotado, dois robôs são enviados ao espaço em busca de um planeta habitável. O curta metragem criado e animado por Shawn Wang, que fez quase tudo sozinho, nos leva a uma aventura espacial claramente inspirada no filme Wall-E da Pixar.

Planet Unknown foi o projeto de conclusão de graduação de Shawn na Communication University of China, no qual trabalhou em tempo integral por quase 1 ano. A ideia surgiu em 2014 após assistir o filme Interstellar e sentir-se inspirado pelos robôs TARS e CASE assim como em outros filmes como WALL-E, Toy Story, Chappie e documentários da NASA sobre Marte.

A produção do filme contou com o auxílio da produtora de áudio inglesa Echoic Audio, que segundo Shawn fez toda diferença, criando músicas e efeitos sonoros incríveis. O curta teve ampla aceitação do público e obteve vários prêmios em diversos festivais.

Créditos:
Escrito e Dirigido por Shawn Wang
Modelagem, Texturização, Animação, Composição e Edição por Shawn Wang
Música e Sound Design por Echoic Audio
Composição por Sam Foster
Sound Design por Tom Gilbert e David Johnston

Para maioria das tarefas foram usados Cinema 4D, TurbulenceFD (plugin) e Octane Render. Também Houdini, ZBrush, Mari, After Effects e Premiere. Python e JavaScript foram usados para execução de scripts no C4D, Mari e AE, o que ajudou a acelerar muito o processo. Confere o Making Of:

 

 

Tributo à Hayao Miyazaki

Se você é como nós, aficionado pelos filmes de Miyazaki, vai adorar esse tributo e reconhecer os momentos épicos de suas grandes animações. Hayao Miyazaki nasceu em Tóquio dia 5 de Janeiro de 1941, em plena 2ª Guerra Mundial. Quando assistiu o primeiro filme de animação em 1958, ficou fascinado com animação e apesar de formar-se em Ciências Políticas e Econômicas, sua paixão por quadrinhos e histórias o fizeram trabalhar na Toei Animation, a mesma empresa que produziu o primeiro filme animado que tinha visto. Após associar-se a Isao Takahata e Yoichi Otabe, seus fiéis companheiros, Miyazaki começa a produzir filmes freneticamente até o incrível sucesso do filme Nausicaä do Vale dos Ventos que possibilitou a abertura do famoso Estúdio Ghibli, de onde surgiriam umas das melhores animações que o mundo já viu.

Filmes que participou (Direção e outros):
Lupin III
Yuki’s Sun
Future Boy Conan
O Castelo de Cagliostro
Sherlock Hound
Nausicaä do Vale do Vento
Laputa: O Castelo no Céu
Meu Vizinho Totoro
O Serviço de Entregas de Kiki
Porco Rosso
Princesa Mononoke
A Viagem de Chihiro
O Castelo Animado
Ponyo

Abaixo você confere um tributo e o making of dessa ode às animações de Hayao Miyazaki criado por Dono. O vídeo foi criado usando Blender, Gimp, Octane e Natron. Música por Joe Hisaishi.

Making Of:

Referências:
http://site.studioghibli.com.br/diretores/hayao-miyazaki
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hayao_Miyazaki

Entenda a expressão “wiggle” do After Effects

Essa expressão já salvou muitas horas de trabalho pra muita gente. Pelo fato de poder ser inserida em praticamente qualquer parâmetro (rotação, posição, cor, transparência, etc …) seu uso torna-se diário quando o artista busca uma ferramenta para “agitar” as coisas rapidamente, sem precisar animar manualmente com o uso de keyframes.

Em termos simples, “wiggle” é um gerador de ondas. Para ele funcionar basta fornecer no mínimo dois parâmetros: frequência e amplitude. A expressão geralmente fica parecida com wiggle(freq,amp), sendo “freq” e “amp” as duas variáveis mínimas que você precisa fornecer. Ex: Freq = 1 e Amp = 10 deixaria a expressão assim wiggle(1,10).

Quando precisa-se de um número fracionado você pode usar o ponto (.) para separar as casas decimais, exemplo: wiggle(0.5,10).

Inserindo a expressão:

Para inserir a expressão há pelo menos dois modos, selecionando o parâmetro desejado, no menu Animation > Add Expression,

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ou utilizando o atalho alt + clique esquerdo no cronômetro da animação.

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Depois de inserir a expressão você tem as seguintes possibilidades: habilitar ou desabilitar as expressões, mostrar os valores das expressões no modo gráfico, linkar parâmetros entre layers e navegar no menu de expressões. Você poderá por exemplo, fazer um objeto ficar transparente a medida que rotaciona, “linkando” a opacidade com a rotação e também acessar o menu de expressões, contendo uma vasta lista de palavras-chave.

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A expressão que queremos encontra-se na aba property > wiggle. Lembre-se de remover ou substituir a expressão existente (transform.rotation), senão um erro de expressão ocorrerá.

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Qualquer erro, o After Effects emitirá um aviso com a indicação da linha da expressão com problemas, aqui ele está acusando um erro onde as variáveis freq e amp não foram encontradas. Pode-se perceber que as outras variáveis são iguais a algum número, mas freq e amp não foram igualadas a nada. Se você adicionar um número a essas variáveis o erro deixará de existir. Exemplo: wiggle(freq = 1, amp = 10, octaves = 1, amp_mult = .5, t = time)

No caso essa expressão fará com que a rotação do layer fique variando numa velocidade de um (= 1) e randomizando a amplitude entre dez e menos dez (10 , -10), melhor ilustrado quando se habilita o gráfico e vemos as curvas que a expressão produziu.

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Note a linha reta no centro do gráfico, isso é o valor original da rotação (0, zero) e a “onda” produzida pelo wiggle que fica dentro do limite (10 e -10). Se aumentarmos a frequência da onda para 6 e a amplitude para 30, teremos uma curva seis vezes mais abrupta e o objeto rotacionará mais graus dentro do limite (30 e -30).

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e isso não quer dizer que não possamos mudar o valor das outras variáveis para conseguir curvas ainda mais doidas, como a seguinte expressão:

wiggle(freq = 4, amp = 30, octaves = 5, amp_mult = .75, t = time*2)

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Como o wiggle é praticamente um gerador de ondas que se aplica “por cima” dos parâmetros, ainda é possível animar com keyframes e o After Effects interpola as duas curvas (original + wiggle) que pode por exemplo, fazer o layer girar 360 graus com certa “dificuldade”, com pequenos “solavancos” pelo caminho.

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Logo o wiggle é um canivete suiço nas mãos dos motion designers. Se nunca o usou, segue alguns exemplos básicos.

 

Exemplos de uso:

 

01 – Fazer um layer ficar piscando.

Aqui criei uma nova composição, um sólido de 200 pixels e adicionei Effects > Stylize > Glow  para ele brilhar. Apertando T para revelar a opacidade, inseri a expressão wiggle(8,80,3) para que a opacidade randomize numa velocidade de 8, variando de 80 a -80 com oitavas de 3 para gerar “subondas” menores para piscar mais freneticamente.

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02 – Fazer o centro de um efeito mover-se para todos os lados.

Nesse exemplo coloquei o Effect > Generate > Write-On num sólido preto do tamanho da composição (Make Comp Size) e adicionei um Effects > Stylize > Glow para ele brilhar. Depois inseri a expressão wiggle(3,300,5) no Brush Position do efeito e o configurei como os parâmetros abaixo.

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03 – Fazer o wiggle funcionar em apenas um eixo de posição

Muitas vezes queremos usar o wiggle em apenas um dos eixos na posição dos layers. Existem dois modos, primeiro você pode separar as dimensões com o botão direito do mouse e aplicar a expressão direto no eixo desejado, é uma pena que isso funcione só na posição global do layer e não na posição dos efeitos, mas aí que entra a segunda opção.

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Como segunda opção podemos adicionar após o wiggle a opção [0] para o eixo X, [1] para o eixo Y e [2] para o eixo Z. Só que para o layer entender o que acontece com os outros eixos você pode criar variáveis e usar o próprio value (valor padrão) como no exemplo abaixo. (Note que habilitei o cubo 3D para mostrar esse exemplo em três dimensões.)

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04 – Randomizar cores

Para mostrar que o wiggle funciona em praticamente qualquer parâmetro, inseri o efeito Effect > Generate > Fill no sólido e inseri a expressão wiggle(4,1) no parâmetro Color. Usei o valor de 1 na amplitude por que o After Effects busca as cores entre zero e um para os três canais de cor (RGB).

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Como podemos perceber a usabilidade dessa expressão é infinita, imagina colocar essa expressão em todos os parâmetros do fractal noise por exemplo? Ficaria muito louco!

Se criar algo bacana usando o wiggle, compartilha com a gente!
Referências:
https://helpx.adobe.com/br/after-effects/using/expression-basics.html
https://helpx.adobe.com/br/after-effects/using/expression-language-reference.html

Como criar um relógio ninja com expressões no After Effects

Nesse exercício mostramos como animar automaticamente ponteiros de relógio utilizando expressões nos parâmetros de rotação dos layers. Depois de importar sua arte em camadas, basta posicionar os anchor points nos lugares corretos e animar os parâmetros com as expressões. A ideia básica á animar o ponteiro das horas com o tempo da composição e “linkar” a rotação do ponteiro dos minutos multiplicando o resultado por 12 para a animação corresponder à um relógio.

Passo 01 – Crie sua arte em camadas

Você pode criar sua arte tanto no Illustrator como no Photoshop, o importante é manter as camadas separadas. No meu caso utilizei o Illustrator, pelo fato que desenhos vetoriais mantém a qualidade no escalonamento ou quando se aproxima com uma câmera 3D, além dos arquivos ficarem mais leves e você ainda tem a opção de converter os layers em Shape Layers dentro do After Effects.

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02 – Importe sua arte para o After Effects

Depois de importar e organizar seus arquivos vale a pena conferir o tamanho da composição e quantos segundos ela tem. No meu caso usei um preset que já vem com o After Effects (HDV 1080 24) e mudei a duração para 5 segundos. Usei a versão de 24 fps para diminuir o número de frames por segundo do render final, seu olho não vai notar muita diferença entre o 30 fps e o 24 fps, mas sempre (quando possível) tendo 6 frames a menos por segundo para renderizar é uma boa economia de tempo. 😀

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03 – Configure os centros dos objetos (anchor points)

Nessa próxima etapa você deve corrigir a posição dos centros dos objetos (anchor point (Atalho: Y)) para que a animação dos ponteiros ocorra na posição correta. O que fiz foi chamar uma régua (Ctrl + R) puxei duas linhas guias para medir o centro do círculo. Reposicionei os ponteiros e os centros e ainda pintei cada um dos layers de uma cor diferente para melhor visualização. Note também que usei o “solo” nos layers para apenas enxergar o que preciso para a ação.

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04 – Anime o ponteiro das horas

Para girar o ponteiro das horas eternamente você pode “invocar” uma palavra chave (time) utilizando o próprio tempo da composição a seu favor. Primeiro isole as rotações dos layers selecionados com a tecla R de rotação e no ponteiro das horas, pressione Alt e clique com o botão esquerdo do mouse no ícone do cronômetro para digitar a expressão: time*X, onde X é à variável de velocidade do ponteiro. No meu caso usei X = 50, logo time*50. Basta clicar para fora e testar a velocidade com a barra de espaço (play). Caso queira aumentar ou diminuir a velocidade, basta aumentar ou diminuir o valor de X.

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05 – Anime o ponteiro dos minutos

Agora para animar o ponteiro dos minutos, basta utilizarmos o Pick Whip para “linkar” a rotação dos minutos com a rotação das horas e multiplicar por 12 para ter a relação correta na rotação. Para isso basta usar o mesmo princípio para chamar as expressões (Alt+Clique), mas desta vez você pode arrastar o pick whip direto na rotação do ponteiro das horas que o próprio After escreve a expressão para você.

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A expressão deve ficar mais ou menos assim: thisComp.layer(“Ponteiro Hora”).transform.rotation, agora basta ir no fim da linha e multiplicar por 12, deixando a expressão dessa maneira: thisComp.layer(“Ponteiro Hora”).transform.rotation*12

Se fizer um novo teste, verá que o ponteiro dos minutos agora gira automaticamente com o ponteiro das horas.

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Removendo os solos dos layers, escondendo as réguas e as guias a animação deve ficar mais ou menos como a seguinte:

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E é claro, depois de animar mais algumas posições e rotações podemos chegar no seguinte resultado, que inclusive você pode baixar o projeto e ver como foi feito aqui:

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Google apresenta o mundo em realidade virtual

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Ontem a Google anunciou ao mundo que seu “produto” Earth agora está disponível na versão com realidade virtual.

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A experiência VR (realidade virtual) aliada à tecnologia do Google Earth proporciona uma imersão pelo mundo afora.

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Imagine fazer uma caminhada pela Muralha da China logo após ter voado pelo Grand Canyon.

Com a missão de ajudar o mundo a ver o mundo, 10 anos atrás o Google Earth começou a empreitada que hoje representa mais de 2 bilhões de downloads e cobertura de todas as 196,9 milhões de milhas quadradas do planeta.

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Para quem não sabe por onde começar o próprio Google Earth VR criou tours cinematográficos e guias virtuais apresentando o Coliseu Romano, as Pirâmides do Egito ou a Aurora Boreal no Ártico.

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O Google Earth VR é gratuito e disponível pela Steam.

Os incríveis projetos de Elastique

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Elastique é uma agência criativa de branding digital que iniciou no design online mas que hoje tem foco no motion design. Saca eles se apresentando:

Com a bagagem de clientes como Nike, BMW, Mercedes-Benz, Nikon e Mitsubishi Electric o que eles oferecem é produção completa, de concepção à execução com alta tecnologia. Olha o demo reel:

Um dos mais recentes projetos, feito para a Mitsubishi Electric, envolve design de interações, motion graphics e arquitetura na criação de uma exposição interativa:

É incrível essa utilização da tecnologia para expressar arte criando um contraponto emocional. A exibição interativa é esteticamente fascinante e fácil de compreender ao mesmo tempo. Pra quem quer saber mais, eles deixaram um making of também, confere:

Para conseguir expressar no design as ideias do cliente a agência teve que utilizar novas tecnologias de processamento, para possibilitar a exibição de  previews rápidos e extremamente realistas. As exposições são lúdicas e com elementos de interface consistentes, para que os visitantes possam se concentrar totalmente no conteúdo.

Os Threebots são o destaque da exposição, rompendo com os padrões técnicos de movimento de robôs, em ágeis movimentos quase humanos, executando uma dança sincronizada com o motion graphics.

Os vencedores do concurso de arte da ILM (Industrial Light and Magic)

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A Industrial Light & Magic (ILM), Wacom e ArtStation uniram-se e criaram um concurso para que artistas do mundo todo tivessem a oportunidade de trabalhar como artistas conceituais no departamento de artes da ILM realizando o sonho de trabalhar no universo Star Wars.

Eles passaram por vários testes incluindo The Moment onde os artistas deveriam criar dois “keyframes” ou uma imagem conceitual tradicional,The Ride onde eles tiveram que desenhar veículos e The Job onde eles passaram por uma simulação com padrões elevados de qualidade e tiveram que lidar com alterações.

O desafio para os artistas era imaginar momentos chaves, novos veículos, personagens, droids e batalhas épicas dentro do universo Star Wars honrando o legado de Joe Johnston e Ralph McQuarrie mas trazendo algo novo para o universo.

Depois de analisar 3.800 imagens enviadas do mundo todo, três finalistas foram eleitos.

Em primeiro lugar ficou Mario Alberti.

 

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Em segundo lugar ficou o artista Morgan Yon

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e em terceiro Fred Palacio

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Veja também algumas menções honrosas:

Fan Gao:

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Paul Dainton:

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Pavel Goloviy:

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Matt Rhodes:

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Ricardo Federici:

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Acesse o site para ver todas as obras enviadas.

http://www.starwars.com/news/winners-announced-in-the-ilm-art-department-challenge

https://ilmchallenge.artstation.com

Novidades da Adobe no IBC 2016

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A Adobe está anunciando as novidades na IBC Show deste ano, entre elas avanços em VR (Realidade Virtual), 3D e animação. Separamos alguns destaques, principalmente dos softwares de edição e pós produção audiovisual, confere a lista de vídeos:

Projetos em equipe

Novo serviço de colaboração em nuvem permite que editores, artistas gráficos e motion designers possam trabalhar simultaneamente em projetos compartilhados dentro da Adobe Creative Cloud. Controle de versão e resolução de conflitos inteligente, arquivos armazenados localmente ou proxis leves compartilhados sem hardware adicional dedicado.

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Novo renderizador 3D

Sem sair do After Effects, criar textos 3D ou logos de modo rápido e fácil agora é possível com a engine de render do Cinema 4D ou seja, você terá o poder da renderização do C4D dentro do After.

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Desempenho rápido

A preocupação com o cronograma tem sido alvo da indústria de criação de softwares e agora alguns novos recursos vão tornar as coisas mais rápidas. O processamento (GPU) no After está priorizando a velocidade para que se consiga a reprodução em tempo real no preview quando os efeitos forem aplicados, sem ter que esperar essa imagem ser processada.

Texto editável compartilhado

Assegurando tanto a coerência visual quanto a flexibilidade com avançados modelos de texto ao vivo (templates), os editores podem aproveitar o poder do After no Premiere para agilizar o fluxo de trabalho. Graças à atualização dos “templates” você poderá editar textos de composições do After diretamente no Premiere mais facilmente e reforçados com o site Typekit (site dedicados à fontes da Adobe).

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Realidade Virtual

Agora o Premiere conta com ferramentas que tem base no fluxo de trabalho de Realidade Virtual. O auto-aware VR detecta se a mídia é monoscópica, estereoscópica (acima/abaixo) ou estereoscópica (esquerda/direita) e aplica automaticamente as preferências para o ambiente de visualização correto. Você também poderá testar direto na interface do software e exportar arquivos VR de forma correta.

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Legendas (Captions)

Um recurso ótimo é o novo método de inserir legendas em vídeos. O que antes era um trabalho árduo e monótono agora se torna mais fácil e prático. Basta criar um Caption (como se fosse um texto normal) escolher entre os formatos suportados (CEA-608, CEA-708, Teletext e Open Captions) e inserir na sua edição normalmente. Com duplo clique você pode abrir as opções de texto, inserir e modificá-los a vontade com toda a gama de recursos de textos da Adobe. Sincronizar é fácil com o arrastar sliders da esquerda para a direita.

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Além disso muitas outras melhorias serão implementadas no Character Animator, Audition, novo mapa de atalhos para o Premiere, publicações em mídias sociais facilitadas (Ftp, Youtube, Vimeo, Behance).

E você?  O que achou dessas mudanças?

The Making of Crimson Peak

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Crimson Peak (A Colina Escarlate) é um filme de época de Guillermo del Toro que foi escrito por ele e Matthew Robbins. O filme foi produzido pela Legendary Pictures e distribuído pela Universal em 2015. Não tínhamos assistido esse filme, mas ficamos surpresos por reconhecer vários atores famosos nos dias de hoje como a atriz Mia Wasikowska que também fez Alice no País das Maravilhas e o ator Tom Hiddleston que interpretou o Loki nos filmes da Marvel.

A história conta a vida de Edith que perdeu sua mãe quando nova mas que continua a “olhar por ela” da pós morte. Edith acaba conhecendo Thomas Sharpe que após alguns encontros e incidentes acaba casando e vai morar com ele numa velha mansão do outro lado do mundo. A ingênua garota infelizmente não sabia a “robada” que estava se metendo. Filme de mistério e suspense muito bem feito pela equipe de produção, pena que não agradou à maioria e teve um baixo resultado financeiro segundo o IMDB.

 

Os efeitos visuais do seguinte making of foram produzidos pelo estúdio Mr. X Inc. que já são nossos conhecidos pelos efeitos especiais da série Penny Dreadful da Netflix e o novo Ben-Hur.

 

 

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